As bênçãos de Deus em Jesus Cristo

Efésios 1:3-4 – A Eleição Divina e a Responsabilidade Humana

Eleição Divina em Efésios 1:3-4

Nestes versículos, Paulo fala da eleição divina, uma doutrina que tem sido objeto de intenso debate ao longo da história da igreja. Ele afirma que Deus nos escolheu em Cristo "antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor". Esta passagem sublinha a iniciativa soberana de Deus na salvação, destacando que a eleição é um ato de graça divina e ocorre "em Cristo", indicando que ela está intrinsecamente ligada à obra redentora de Jesus.

A Soberania de Deus e a Livre Oferta de Salvação

A doutrina da eleição, conforme apresentada em Efésios 1:3-4, não deve ser entendida como um decreto divino que limita a oferta de salvação. Pelo contrário, a eleição é parte do mistério da vontade soberana de Deus, que coexiste com a genuína oferta de salvação a todos. Em João 3:16, por exemplo, vemos que "todo aquele que nele crê não perecerá, mas terá a vida eterna", enfatizando a universalidade da oferta de salvação.

A Responsabilidade Humana e a Resposta ao Evangelho

Embora a Bíblia ensine claramente a eleição divina, ela também enfatiza a responsabilidade humana. A resposta humana ao evangelho é um aspecto vital da salvação. Em Romanos 10:9, Paulo declara que "se confessares com a tua boca o Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo", o que implica uma decisão pessoal e uma resposta de fé.

Harmonização das Doutrinas

A eleição divina e a responsabilidade humana podem parecer doutrinas contraditórias, mas na realidade, ambas são ensinadas nas Escrituras e devem ser aceitas como verdades complementares. Como seres humanos, temos dificuldade em entender completamente como essas duas realidades coexistem, mas para Deus, não há mistério. A melhor abordagem é aceitar ambas as doutrinas como verdadeiras, pois ambas fazem parte do ensino bíblico.

Efésios 1:5 – Predestinação e Adoção Divina

A Distinção Entre Eleição e Predestinação

Efésios 1:5 introduz a ideia da predestinação, distinta, embora relacionada, à eleição. A eleição refere-se à escolha divina de indivíduos para a salvação. A predestinação, por outro lado, vai além, estabelecendo que aqueles escolhidos para a salvação também são destinados a se tornarem filhos de Deus. Essa adoção na família de Deus representa um aprofundamento da relação entre o crente e Deus, não apenas salvando-os, mas também trazendo-os para um relacionamento íntimo e familiar com Ele.

A Predestinação Motivada pelo Amor

O texto de Efésios sugere que a predestinação é motivada pelo amor divino ("em amor nos predestinou"). Isso indica que a decisão de Deus de nos adotar como filhos não é apenas um ato de poder soberano, mas também um ato de profundo amor e graça.

Adoção como Filhos Adultos

No contexto do Novo Testamento, a adoção é entendida como a inclusão do crente na família de Deus como filho adulto e maduro, implicando privilégios e responsabilidades. Essa adoção é realizada "por meio de Jesus Cristo", indicando que a obra redentora de Cristo é a base para nossa adoção. A ideia de sermos feitos filhos maduros contrasta com culturas onde a adoção muitas vezes se refere a crianças. Aqui, implica um status de plenos herdeiros com Cristo, incluindo o direito e a capacidade de se relacionar intimamente com Deus como Pai.

A Soberania da Vontade Divina

A adoção e a predestinação são descritas como ocorrendo "segundo o beneplácito de sua vontade". Esta expressão sublinha a soberania de Deus em seu plano de salvação. A motivação de Deus para agir desta forma é apresentada como seu próprio desejo e vontade, refletindo sua natureza e propósitos soberanos.

Louvor à Glória da Graça de Deus (1:6)

Paulo conclui esta seção com um chamado ao louvor pela graça divina. A eleição e a predestinação são vistas como atos da graça de Deus, que devem resultar no louvor à sua glória. Esta passagem destaca que o propósito último da salvação é a glória de Deus, e não apenas o bem-estar do ser humano.

Efésios 1:5 e 1:6 oferecem uma visão profunda da predestinação e da adoção divinas, mostrando como estes conceitos estão enraizados no amor, na graça e na soberania de Deus. A salvação é apresentada não apenas como um ato de resgate, mas como um ato que nos eleva à posição de filhos maduros em relação íntima com Deus. Esta doutrina destaca a magnificência do plano divino de salvação e o chamado para louvar a Deus por sua incrível graça.

Efésios 1:7-10 – A Redenção em Cristo e o Mistério da Vontade de Deus

1:7 – Redenção e Remissão dos Pecados

Em Efésios 1:7, Paulo aborda a redenção realizada por Cristo, destacando que somos libertos da escravidão e da culpa do pecado e inseridos em uma vida de liberdade. A redenção é efetuada pelo "sangue" de Cristo, simbolizando o preço pago por nossa salvação. Este versículo também introduz a ideia da remissão dos pecados, que é um dos resultados da redenção. A remissão, sendo diferente da redenção, é um fruto dela, indicando o perdão completo e a liberação das consequências do pecado, conforme as "riquezas da sua graça".

1:8 – A Sabedoria e Prudência na Graça Divina

Efésios 1:8 ressalta que Deus não apenas nos escolheu, predestinou e redimiu, mas também derramou sobre nós sua graça "em toda a sabedoria e prudência". Isso implica que Deus compartilha com os crentes seu plano e propósitos, desejando que tenhamos um entendimento claro de seu projeto para a igreja e o universo. A inclusão dos crentes no "círculo de confiança" divino demonstra a profundidade da relação que Deus busca estabelecer com seu povo.

1:9 – O Desvendar do Mistério da Vontade de Deus

No versículo 9, Paulo discorre sobre como Deus nos revelou o mistério de sua vontade. Este mistério, central no ensino da epístola, refere-se ao plano glorioso relacionado a Cristo e à igreja. É um "segredo santo" que era desconhecido, mas agora é revelado aos santos. O plano, originado na vontade soberana de Deus, tem como objetivo central o Senhor Jesus Cristo.

1:10 – A Administração da Plenitude dos Tempos

Paulo fala da "dispensação da plenitude dos tempos", referindo-se a um período futuro em que Cristo reunirá todas as coisas, celestiais e terrenas, sob sua liderança. Esta convergência universal em Cristo durante o reino milenar mostra o domínio universal de Cristo, não implicando, porém, em salvação universal. É uma afirmação do domínio absoluto de Cristo sobre toda a criação.


Efésios 1:7-10 apresenta uma visão abrangente da obra de Cristo na redenção e da revelação do mistério da vontade de Deus. A passagem destaca a redenção pelo sangue de Cristo, a remissão dos pecados, a sabedoria e prudência na graça divina, a revelação do mistério da vontade de Deus e a futura administração da plenitude dos tempos. Estes versículos enfatizam a profundidade e a riqueza do plano divino, que culmina na supremacia de Cristo sobre todas as coisas.

Efésios 1:11-13 – Herança, Esperança e Selamento no Plano Divino

1:11 – A Herança Judaica em Cristo

Paulo, ao discutir a herança dos cristãos judeus, enfatiza que esta não se baseia em privilégios nacionais, mas na união com Cristo. Esta união transcende as distinções étnicas e nacionais, colocando o foco na predestinação e no propósito soberano de Deus. A herança dos crentes judeus é vista como uma antecipação da plena revelação do corpo de Cristo e da Igreja na consumação dos tempos.

1:12 – Os Judeus Como Precursores da Fé em Cristo

Paulo reconhece que os judeus que acreditaram em Cristo antes da nação de Israel como um todo faziam parte de um remanescente fiel. Esses crentes judeus, incluindo Paulo, são descritos como aqueles que "de antemão esperamos em Cristo", evidenciando sua fé antecipatória no Messias. Eles servem como testemunho da fidelidade de Deus e precursores do plano mais amplo de salvação.

1:13 – A Inclusão dos Gentios e o Selo do Espírito

Em contraste com os judeus crentes, Paulo aborda os crentes gentios, destacando que eles também participam do mistério da vontade de Deus. O processo de salvação para os gentios envolve ouvir o evangelho, crer em Cristo e ser selado com o Espírito Santo da promessa. O selo do Espírito é uma garantia da propriedade de Deus e da segurança eterna do crente, indicando tanto pertencimento quanto proteção divina.

O Espírito Santo como Garantia

O título "Espírito Santo da promessa" sublinha o papel do Espírito como cumprimento da promessa divina e como garantia das promessas futuras. O Espírito é tanto a presença atual de Deus na vida do crente quanto a garantia da herança futura, incluindo a redenção final do corpo e da criação.

Trindade na Carta aos Efésios

Efésios 1:11-13 apresenta uma visão trinitária do plano de salvação, com menções específicas de Deus Pai (v. 3), Deus Filho (v. 7) e Deus Espírito (v. 13). Esta estrutura enfatiza a obra coesiva e integrada da Trindade no plano da salvação e na execução do mistério da vontade de Deus.


Efésios 1:11-13 revela a magnitude do plano divino de salvação, que inclui tanto judeus como gentios em Cristo e enfatiza o papel do Espírito Santo como selo e garantia da herança dos crentes. Esta passagem destaca a unidade dos propósitos de Deus e a inclusão abrangente de todos os povos em seu plano redentor.

Efésios 1:14-16 – O Espírito como Penhor e a Unidade da Igreja

1:14 – O Espírito Santo como Penhor da Herança

Neste versículo, Paulo destaca que o Espírito Santo é o "penhor da nossa herança", até o resgate da propriedade de Deus. O termo "penhor" (ἀρραβὼν) refere-se a um pagamento inicial que garante o cumprimento total de uma promessa. O Espírito Santo, então, é a garantia divina da plena redenção e herança dos crentes, antecipando a futura glorificação e a consumação do Reino de Deus. O Espírito não apenas assegura a herança, mas também é um participante ativo na preparação dos crentes para essa herança final.

1:15-16 – Fé e Amor entre os Crentes

Paulo expressa sua gratidão pela fé e pelo amor dos crentes de Éfeso, indicando que estes são sinais evidentes da presença e obra do Espírito em suas vidas. A fé "no Senhor Jesus" e o "amor para com todos os santos" são marcas distintivas da genuína conversão e comunhão cristã. Estes versículos refletem a preocupação de Paulo com a unidade e a maturidade da Igreja, que é composta tanto por judeus quanto por gentios em Cristo.

O Espírito e a Unidade da Igreja

A inclusão do "nós" (judeus crentes) e do "vós" (gentios crentes) sob o "nossa" no versículo 14 é um indicativo literário da unificação da Igreja em Cristo. Esta unidade é vital para entender a natureza do corpo de Cristo, que é composta por membros de diversas origens, mas unidos pelo mesmo Espírito. O papel do Espírito como penhor reforça esta unidade, garantindo que todos os crentes, independentemente de sua origem, compartilham da mesma herança e destino em Cristo.

Interpretação da "Sua Propriedade"

A expressão "sua propriedade" pode ser interpretada de várias formas, todas elas apontando para a redenção e a glorificação final. Pode referir-se à herança dos crentes em Deus, ao corpo dos crentes que será redimido na volta de Cristo, ou à Igreja como um todo, que será apresentada a Cristo gloriosa e sem mácula. Em cada interpretação, o foco está na consumação do plano de salvação e na glorificação final dos crentes.


Efésios 1:14-16 revela o papel central do Espírito Santo como penhor da herança dos crentes e a importância da fé e do amor na comunidade cristã. Estes versículos enfatizam a unidade da Igreja em Cristo e a certeza da redenção final, tanto individual quanto coletivamente, como corpo de Cristo. A garantia do Espírito e a manifestação da fé e do amor entre os crentes são fundamentais para a vida da Igreja e para a realização do propósito divino.

Efésios 1:17-19 – Iluminação Espiritual e Poder Divino na Vida dos Crentes

1:17 – Oração por Iluminação Espiritual

Paulo ora para que Deus, o "Pai da glória", conceda aos crentes "espírito de sabedoria e de revelação no pleno conhecimento dele". Esta oração enfatiza a necessidade de uma compreensão mais profunda de Deus, que vai além do intelectual e penetra no espiritual. A sabedoria e a revelação são dadas pelo Espírito Santo, e visam ao conhecimento experiencial de Deus, que não pode ser alcançado apenas pelo intelecto humano, mas sim pela graça divina.

1:18 – Iluminação dos Olhos do Coração

Paulo deseja que os "olhos do coração" dos crentes sejam iluminados. Esta metáfora indica que a verdadeira percepção espiritual não depende apenas da capacidade intelectual, mas de um coração preparado e aberto a Deus. A iluminação espiritual impacta as afeições e desejos, permitindo aos crentes entender:

  1. A Esperança do Seu Chamamento: Isso se refere à certeza da vocação e destino dos crentes, que inclui a comunhão eterna com Cristo e a conformidade à sua imagem.
  2. A Riqueza da Glória da Sua Herança nos Santos: Esta pode ser interpretada como Deus vendo os santos como seu tesouro precioso ou como os crentes herdando as riquezas gloriosas de Deus, incluindo o domínio sobre o novo céu e a nova terra com Cristo.

1:19 – O Poder de Deus para os Crentes

A terceira área de conhecimento que Paulo quer que os santos compreendam é "a suprema grandeza do seu poder para com os que cremos". Este poder é o mesmo que Deus usou na ressurreição e exaltação de Cristo. É um poder disponível para os crentes, não apenas para a redenção, mas também para a vida diária e a futura glorificação.


Efésios 1:17-19 oferece uma visão da profundidade da oração de Paulo pelos crentes, focando na iluminação espiritual e no poder divino. A oração de Paulo reflete seu desejo de que os crentes tenham um relacionamento mais profundo e experiente com Deus, entendendo a esperança do seu chamado, a riqueza da herança em Cristo e o imenso poder que Deus disponibiliza aos que creem. Esta passagem encoraja os crentes a buscar uma compreensão mais profunda de Deus e a confiar no seu poder transformador em suas vidas.

Conclusão: A Profundidade e o Propósito da Salvação em Efésios 1:3-23

A passagem de Efésios 1:3-23 é uma exposição rica e profunda das bênçãos espirituais em Cristo, revelando o vasto e magnífico plano de salvação de Deus. O apóstolo Paulo, através de uma linguagem repleta de admiração e adoração, nos conduz por uma jornada que abrange desde a eleição e predestinação divinas até a ressurreição e exaltação de Cristo, destacando o papel central do Espírito Santo e a posição incomparável da Igreja no propósito divino.

Eleição e Predestinação: Um Chamado à Santidade e Filiação

Neste trecho, Paulo enfatiza que a eleição e predestinação são atos de graça de Deus, realizados em Cristo antes da fundação do mundo. Esta escolha divina não se baseia em mérito humano, mas na vontade soberana de Deus, com o propósito de que sejamos santos e irrepreensíveis, e filhos adotivos por meio de Jesus Cristo.

Redenção e Revelação: A Obra de Cristo e o Espírito Santo

A redenção por meio do sangue de Cristo e a remissão dos pecados são apresentadas como a realização do propósito redentor de Deus. O Espírito Santo é destacado como o penhor dessa herança, garantindo a esperança futura dos crentes e revelando as profundezas de Deus.

Supremacia de Cristo: Ressurreição, Exaltação e Domínio Universal

A ressurreição e exaltação de Cristo são descritas como a maior manifestação do poder de Deus. Cristo é exaltado acima de toda autoridade e poder, não apenas neste mundo, mas também no vindouro. Esta supremacia de Cristo é fundamental para a compreensão do domínio e da soberania divinos sobre toda a criação.

A Igreja: Corpo de Cristo e Complemento de Sua Obra

A Igreja é revelada como o corpo de Cristo, intimamente conectada a Ele e participante da plenitude de Deus. Esta união misteriosa entre Cristo e a Igreja ilustra a maneira pela qual a Igreja completa a obra redentora de Cristo, sendo um instrumento para a manifestação de Sua glória e propósitos.

Efésios 1:3-23 é uma passagem que ressoa com louvor e gratidão pelo imenso amor e graça de Deus. Revela um Deus que não apenas planeja e inicia a salvação, mas que também a assegura e a consumará em Cristo e através do Espírito Santo. Para os crentes, este trecho oferece uma fonte de conforto, encorajamento e motivação para viver uma vida que reflete a santidade e o amor divinos, enquanto aguardamos a consumação final de nossa redenção.

Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nas regiões celestiais em Cristo;
como também nos elegeu nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis diante dele em amor;
e nos predestinou para si mesmo, segundo a boa determinação de sua vontade, para sermos filhos adotivos por meio de Jesus Cristo,
para o louvor da glória da sua graça, que nos deu gratuitamente no Amado.
Nele temos a redenção, o perdão dos nossos pecados pelo seu sangue, segundo a riqueza da sua graça,
que ele fez multiplicar-se para conosco em toda sabedoria e prudência.
E fez com que conhecêssemos o mistério da sua vontade, segundo a sua boa determinação, que nele propôs
para a dispensação da plenitude dos tempos, de fazer convergir em Cristo todas as coisas, tanto as que estão no céu como as que estão na terra.
Nele também fomos feitos herança, predestinados conforme o propósito daquele que faz todas as coisas segundo o desígnio da sua vontade,
a fim de sermos para o louvor da sua glória, nós, os que antes havíamos esperado em Cristo.
Nele, também vós, tendo ouvido a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, e nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa,
que é a garantia da nossa herança, para a redenção da propriedade de Deus, para o louvor da sua glória.
Por isso também eu, tendo ouvido falar da fé no Senhor Jesus que há entre vós, e do vosso amor para com todos os santos,
não cesso de dar graças por vós, lembrando-me de vós nas minhas orações,
para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê o espírito de sabedoria e de revelação no pleno conhecimento dele,
sendo iluminados os olhos do vosso coração, para que saibais qual é a esperança do chamado que ele vos fez, quais são as riquezas da glória da sua herança nos santos
e qual é a suprema grandeza do seu poder para conosco, os que cremos, segundo a atuação da força do seu poder,
que atuou em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos e fazendo-o sentar-se à sua direita nos céus,
muito acima de todo principado, autoridade, poder, domínio, e de todo nome que possa ser pronunciado, não só nesta era, mas também na vindoura.
Também sujeitou todas as coisas debaixo dos seus pés, para que seja cabeça sobre todas as coisas, e o deu à igreja,
que é o seu corpo, a plenitude daquele que preenche tudo em todas as coisas.